segunda-feira, 14 de setembro de 2009
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Reflexões (página 3)
O Código de Direito Canônico da Igreja Católica foi reformado pelo Papa João Paulo II (o papa ecumênico), em 25/01/1983, no quinto ano do seu Pontificado. Vários cânones do antigo Código foram excluídos e outros foram reformados (melhor: atualizados), em face da modernidade dos fatos sociais e da moralidade dos fatos religiosos que surgiram no decorrer dos tempos. Aliás, essas mudanças na Constituição Apostólica já eram previstas desde o Concílio Vaticano II, porque o Papa João Paulo II, ao assumir seu Pontificado, de logo, adotou para si os nomes de dois notáveis Papas que o antecederam e que deixaram “pegadas” marcantes em sua vida e na Igreja de Cristo. Ele adotou para si os nomes de João (XXIII) e de Paulo (VI), que lhe consagrou Cardeal. Isso sem falar na homenagem que ele prestou ao seu predecessor João Paulo I, que morreu, prematuramente. Aliás, é comum reconhecer que quando morre um Papa ou um Bispo, esse fato deixa profundas lamentações no âmbito da sua Igreja, mas, com a morte de João XXIII, de Paulo VI, de João Paulo I e de João Paulo II, esse acontecimento fez chorar o mundo inteiro, pois eles foram circundados pela simpatia, pelo carisma, pela humildade e pelo afeto da humanidade. Todos nós, católicos e não católicos, choramos a morte de João XXIII, de Paulo VI, de João Paulo I e de João Paulo II, verdadeiramente, homens cristãos e ecumênicos.
No Código Canônico (do ano de 1917), o cânon 2335 citava a Maçonaria, como uma sociedade secreta que maquinava e conspirava contra a Igreja. Mas, a Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, em 14/07/1974, decidiu orientar as Conferências Episcopais do mundo de que este “Cânon” só se aplicava unicamente aos católicos que se inscrevesse em associações que, de fato, maquinam contra a Igreja. Esse fato não se aplica à Maçonaria. Por isso, o papa João Paulo II revogou o cânon 2335 e introduziu o cânon 1374 que diz: “Quem se inscreve em alguma associação que maquina contra a Igreja seja punido com justa pena; e quem promove ou dirige uma dessas associações seja punido com interdito”. Essa alteração no Novo Código Canônico (promulgado em 1983), retira a discriminação feita a Maçonaria, em virtude de não poder se adotar uma normal geral, ampla e comum, para a multiplicidade de sociedades secretas existentes no mundo, com fins e filosofias diferentes umas das outras.
Quanto a isso, Dom Estevão Bettencourt (monge beneditino, exegeta e teólogo, que faleceu em 14/04/2008, aos 89 anos), escreveu: “Quanto aos católicos que ainda não pertencem à Maçonaria e nela desejam entrar, para que o passam fazer de consciência tranqüila, procurem previamente certificar-se dos rumos filosóficos adotados pela Loja a que se candidatam. Procurem chegar à possível clareza, usando de sinceridade para consigo mesmos, para com a Igreja e para com Deus. Se se torna evidente que em tal Loja não há intenções anticatólicas, entrem...” (in Pergunte e responderemos. Ano VII, nº 195 – Março de 1976, p. 41). Pensemos nisso! Por hoje é só.
________________ Ir.: Everaldo Damião é Mestre Maçom Instalado, Grau 33º - advogado, jornalista e membro da Academia Maçônica de Letras de Alagoas.
A São João da Escócia N° 22 surgiu da necessidade de ter uma Loja que funcionasse aos sábados, contemplando as necessidades dos irmãos universitários sem disponibilidade para reuniões durante a semana. No início eram apenas oito irmãos e para aumentar o quadro contamos com o apoio de outras Oficinas como Amor e Justiça Nº 2, Marechal Floriano Peixoto Nº 12 e Odilo Álvares de Sousa Nº 29. Durante esses dois anos fizemos cinco filiações, cinco transferências, 24 iniciações, 13 elevações e dez exaltações; tivemos poucas baixas e hoje somos 31 irmãos no nosso quadro, dos quais, 13 universitários, três concluíram o curso superior já depois de iniciados, e temos também dez Demolay's, prova de que estamos desempenhando o papel ao qual nos propomos. Mas nosso sonho não seria concretizado sem o apoio de muitos irmãos, nos quais destaco: Ir.: José Marcos Theotonio, Venerável Mestre da Floriano Peixoto, por estar conosco desde o início das atividades, e o Sereníssimo Grão-Mestre Ivanildo Marinho Guedes, pela confiança depositada. Terminamos o nosso mandato na certeza do dever cumprido, tentamos de todas as formas fazer o melhor possível, se não o fizemos não foi por falta de vontade. Estamos passando o primeiro malhete para o nosso irmão Jorge Correia dos Santos Filho, desejando uma administração brilhante, e apoio incondicional. Desejo também a todos os irmãos e seus familiares um Natal e um Ano Novo repleto de PAZ, SAÚDE E REALIZAÇÕES, que o Grande Arquiteto do Universo os Ilumine e Guarde.
_____Ir.: Marcondes Feitosa, Venerável Mestre.
Maçonaria em evidência (página 5)
Veja-se nosso País que é dividido em diversas regiões e cada região tem sua linguagem própria, seus costumes próprios, sua cultura própria, diferenciando-se umas das outras.
Não precisamos ir longe, já que estamos falando em um Periódico Maçônico. A não ser a assinatura com os seus três pontos no final, conhecemos qualquer um que faz parte do povo Maçônico. E aqui vai uma indagação: Será que a assertiva é verdade? Será que o povo de outra potência Maçônica não assina com os três pontos anterior ao seu nome?
E agora José? Isto sim, é uma questão séria. Séria porque podemos dizer sem medo de errar que os homens mesmo de regiões diferente, de associações diferente, de profissões diferente, ou ainda, de países diferentes podem se comunicar tranqüilamente e se conhecerem como povos que são.
Logo, diante da reflexão acima, dizemos também sem medo de errar, que nós Maçons que nos reconhecemos por sinais, toques e palavras, podemos dizer que pertencemos ao povo Maçônico e nunca que somos verdadeiros Maçons.
Para o conhecimento de um verdadeiro Maçom os manuais apontam o MICTMR. Este sim, é um sinal de profundidade extrema, pois aí, está contido o vencer paixões e submeter vontades. Está contido o levantar templos a virtude e cavar masmorras ao vício entre outros exemplos contidos em nossos rituais.
Jogar masmorras ao vício é vencer nossas vaidades e saber se portar como verdadeiro irmão, como verdadeiro cidadão, porque não dizer, como cidadão universal. Aqui sim conhece-se um Maçom e não um membro do povo Maçônico.
* Marcelo Acioli é advogado e membro da Loja Segredo 33 N ° 4.
Na última sexta-feira do mês de outubro, 31, três maçons da Loja Segredo 33 N° 4 foram exaltados, assumindo o grau simbólico de Mestre-Maçom. Foram eles: Agostinho, Roosevelt Omena e Jair Serafim.
A Cerimônia de Exaltação foi realizada no Templo da Loja Amor e Justiça, provisoriamente utilizado pela Segredo 33, que trabalha para concluir as obras de reconstrução de sua sede própria, no bairro do Prado. Após a ritualística foi organizada uma recepção no salão da Loja, marcada pela presença de vários irmãos.
Irmãos realizam eventos em prol da reconstrução
Em 2009, ano do cinqüentenário da Loja Segredo 33, os irmãos esperam concluir as obras na Oficina e se instalar em sede própria. Para isso, estão organizando eventos para arrecadar fundos, como o churrasco do dia 6 de novembro, realizado já nas dependências da Loja. Na ocasião, os maçons que compareceram tiveram uma tarde regada a boas companhias e diversão garantida.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Reflexões (página 3)
A Maçonaria, como sociedade civil de fins fraternos e humanitários, dentre todas as outras instituições criadas pelas “idéias” (iluminação) do homem, instrui seus filiados no conceito do Amor, segundo a visão de Platão, que se fundamenta num sentimento centrado na “beleza do caráter” e na “inteligência do ser humano”, em lugar de se fixar nos seus atributos físicos. Essa concepção de Amor, de acordo com o entendimento de Platão, fundamentava-se no laço especial de “afeto entre dois homens, sem interesse erótico” a que Platão tinha se referido num de seus diálogos, exemplificando-o com “o afeto que havia entre Sócrates e seus discípulos”, em particular “entre Sócrates e Alcibíades”. Isso se concretiza no “afeto puro entre o Mestre e seus discípulos”, concebido como um “amor filosófico puro” (sinônimo de castidade), cuja acepção é o de um “amor não-sexual”, ou seja, de “amizade pedagógica”.
Mas, as lições socráticas centradas na “beleza da virtude interior”, em lugar do encantamento aos “atributos físicos”, perduram por todo o tempo. Esse conhecimento é difundido no seio da Maçonaria, através de metáforas, alegorias e símbolos. E isso não pode ser visto como “algo diabólico”, mas como ensinamento de “elevação moral e espiritual”. São Paulo, na Epístola aos Colossenses, disse que “o conhecimento e a sabedoria não são patrimônio de todos” (2:2,3). Assim, tinha razão Platão quando dizia na Epístola que tratava de um “Deus de Amor”, que devemos falar em enigmas, para que, se por acaso cair a “tabuinha” em mão profana, não possa decifrar o que significa. Aliás, todas as Epístolas que o Apóstolo Paulo dirige aos “Gentios” estão cheias de referências aos ensinamentos “ocultos” e aos “mistérios”. Disse São Paulo, aos Coríntios: “Na verdade, entre os 'perfeitos' falamos sabedoria, não a sabedoria deste mundo, nem dos príncipes deste mundo,... mas falamos a sabedoria de Deus em mistério, que esteve oculta, a qual Deus preordenou antes dos séculos para nossa glória... Deus, porém, a revelou por seu Espírito, porque o Espírito esquadrinha todas as coisas, mesmo as profundezas de Deus”.
Ora, a Fraternidade Maçônica é um conceito filosófico ligado às idéias de Liberdade e de Igualdade, tendo com elas formado o célebre lema da tríade iluminista, de "Liberdade, Igualdade e Progresso". Como práxis maçônica, Fraternidade é o sentimento de estabelecer uma relação de igualdade, de solidariedade e de irmandade com os seus semelhantes, na busca de um crescimento espiritual, assemelhando-se ao “Cristo Místico”, com o “rosto divino de Homem” e o “rosto humano de Deus”. Pensemos nisso! Por hoje é só.
_________________
(*) Mestre Maçom Instalado, Grau 33º - advogado, jornalista e membro da Academia Maçônica de Letras de Alagoas.
HUMOR MAÇÔNICO
Tipos de Maçom
MAÇOM 'PASTOR' É aquele que se acha a última reencarnação Crística, quando começa a falar não pára mais; não aceita contradições, 'conhece tudo', 'sabe tudo' ou já 'viveu isso', quer que os irmãos pensem que existem duas Maçonarias, antes e depois de sua iniciação, fala pelos cotovelos e não diz nada, poderia ser chamado de Maçom Enche Saco!
MAÇOM DONO DA BOLA Geralmente ex-Veneráveis forçados, não conseguem deixar o cargo e não largam o pé do atual Venerável Mestre, e quando possível fazem questão de dizer que na sua gestão era assim ou assado. Acham-se donos da Loja, não admitem que se faça nada sem sua autorização ou consulta. Irmãos de verdade para eles, somente aqueles que os apóiam.
MAÇOM ENCOSTO É carinhoso, chegado, gosta de se fazer de vítima, para ter apoio ou conseguir favores, que às vezes nem necessitaria realmente, aluga a Loja, mas na hora em que se precisa do retorno, ainda não retornou.
MAÇOM CIFRÃO Também conhecido como Maçom Comercial, é aquele que está na Maçonaria apenas para vender o seu peixe, os irmãos não passam de clientes, comparece pontualmente à tesouraria para mostrar que está bem, não conhece nada de Maçonaria, não lê nada, não faz nada que não venha a render alguma medalha cunhada.
_______________
Retirado do blog A Partir Pedra, escrito por maçons da Loja Mestre Affonso Domingues (Grande Loja Legal de Portugal/GLRP)
sábado, 11 de outubro de 2008
Aconteceu (página 5)
Secretário-chefe do Gabinete Civil recebeu comitê
formado por autoridades maçônicas na sede do Governo
Na manhã do dia 9 de setembro, um comitê chefiado pelo Sereníssimo Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado de Alagoas, Dr. Ivanildo Marinho Guedes, e pelo Eminente Grão-Mestre estadual do Grande Oriente do Brasil, José Bezerra de Melo, esteve no Palácio República dos Palmares, sede do Governo, com o objetivo de entregar às autoridades competentes um documento que representa o pensamento maçônico em relação à instituição Estado de Alagoas. O relatório, de 125 páginas, é fruto do ciclo de palestras Discutindo Alagoas, promovido pela Maçonaria durante os dias 18, 19 e 20 de agosto, que provocou uma discussão social ao abordar temas relevantes no contexto alagoano, tais como saúde, educação, Alagoas ontem e hoje, segurança pública e desenvolvimento do Estado.
Também estiveram presentes à reunião os irmãos Divaldo Suruagy, Reginaldo Rogério, Antônio Melo e João Mendes da Silva, que foram recebidos pelo secretário-chefe do Gabinete Civil, Álvaro Machado. Antes de apresentar as ações propostas para a melhoria do Estado em seus aspectos mais proeminentes, os representantes da Maçonaria fizeram uma breve explanação do que discutiu o evento.“Nós tivemos conhecimento do fórum Discutindo Alagoas, através da imprensa e de amigos que participaram das conferências e, à distância, acompanhamos os ideais do evento, pois nos interessa ouvir, ver e discutir o pensamento das forças da sociedade a respeito, principalmente, do nosso Estado”, pronunciou o secretário.
Ratificando o compromisso da Maçonaria com o desenvolvimento sustentável do Estado, o Grão-Mestre da Grande Loja se mostrou confiante na valia do encontro: “todos nós acreditamos que Alagoas vai tomar o rumo do crescimento. Nossa proposta é contribuir com isso”, declarou Dr. Ivanildo. O Eminente Grão-Mestre do Grande Oriente também se comprometeu em levar a discussão promovida em Alagoas para todo o Brasil: “anualmente, a Maçonaria se reúne, representada por seus líderes estaduais, para expor os investimentos que cada Estado faz e esse trabalho, certamente, será divulgado como forma de participarmos os graus de conhecimento e ação aqui praticados”, afirmou José Bezerra de Melo.
Machado garantiu a entrega do documento ao governador Teotônio Vilela Filho e aos secretários de Estado envolvidos diretamente com os temas abordados. O secretário informou ainda que o relatório chegou em bom momento, já que as esferas estaduais se preparam para discutir o orçamento de 2009 e, contextualizando o relatório com o histórico da Maçonaria alagoana e brasileira, disse estar certo do nível das propostas: “tenho certeza que, tanto pelos conferencistas do evento quanto pela tradição da Maçonaria, temos aqui um material de alta qualidade e, mais de que um compromisso, faço questão de expressar minha satisfação prévia por essa leitura”, concluiu.
As nove respostas de um Sábio
Um sofista se aproximou de Tales de Mileto e tentou confundi-lo com as perguntas mais difíceis. Mas o sábio de Mileto estava à altura da prova, porque respondeu a todas as perguntas sem a menor vacilação, e com a maior exatidão.1. O que é mais antigo?
– DEUS, porque sempre existiu.
2. O que é mais belo?
– O UNIVERSO, porque é a obra de Deus.
3. Qual é a maior de todas as coisas?
– O ESPAÇO, porque contém tudo do Criador.
4. O que é mais constante?
– A ESPERANÇA, porque permanece no homem, mesmo depois de ter perdido tudo.
5. Qual é a melhor de todas as coisas?
– A VIRTUDE, porque sem ela não existiria nada de bom.
6. Qual é a coisa mais rápida de todas?
– O PENSAMENTO, porque em menos de um minuto, nos permite voar até o final do Universo.
7. Qual é a mais forte de todas as coisas?
– A NECESSIDADE, porque é com ela que o homem enfrenta todos os perigos da vida.
8. O que é o mais fácil de todas as coisas?
– Dar CONSELHOS.
Mas quando chegou a nona pergunta, nosso sábio falou um paradoxo. Deu uma resposta, quiçá não entendida por seu mundano interlocutor.
A pergunta foi esta:
9. O que é o mais difícil?
E o Sábio de Mileto replicou:
“Conhecer-se a si mesmo”.
FONTE: Portal César Romão
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Como deve proceder o Maçom
perante sua Loja
perante sua Loja
Faça como ele! Colabore com textos próprios ou indique algum artigo que você leu e achou interessante. Colaborações, críticas, sugestões etc, podem ser enviadas pelo endereço odossel@hotmail.com. Caso prefira, use o recurso Comentários (ao final de cada texto) ou o nosso Mural de Recados, localizado na barra lateral da página.
Os pontos que o compõem são os seguintes:
a)- No decorrer dos trabalhos ritualísticos, cada qual deve cuidar de manter a decência na indumentária e em suas atitudes.
b)- A exatidão é o mínimo de seus deveres. A chegada em atraso do Irmão impede de começar os trabalhos na hora prevista. De outro lado, a chegada no decorrer da sessão perturba a serenidade dos Trabalhos em Loja. A chegada com no mínimo 30 (trinta) minutos de antecedência à abertura dos trabalhos serve não somente para estreitar os Laços Fraternais que unem os IIr\ da Oficina, mas contribui para conhecer os IIr\ visitantes.
c)- Os Encontros Fraternais fora do Templo deveriam ser multiplicados, a fim de estreitar os laços que os unem, fazendo com que os IIr\ se conheçam melhor entre si.
d)- Os IIr\ parecem perder de vista as obrigações assumidas, quando de sua iniciação, de assistir regularmente os Trabalhos. Em caso de ausência, os IIr\ são obrigados de justificá-la, acompanhando as suas escusas com um óbolo destinado ao Tronco de Solidariedade.
e)- O conhecimento da Maçonaria implica a leitura da Literatura Maçônica. Os IIr\ deveriam utilizar a biblioteca, internet, rituais ou consultar um catálogo de Obras Maçônicas que podem adquirir se orientando com os Mestres mais antigos da sua Loja.
f)- O pagamento regular das cotizações é importante para a boa gestão de uma Oficina. Aquele que se sentiria apertado para ajustar as suas cotizações deve abrir-se com o Venerável sobre o assunto, pedindo-lhe um prazo ou uma remissão parcial ou mesmo total.
g)- Os IIr\ deveriam tomar parte nos trabalhos de outras Oficinas. Isto serve à Comunidade maçônica e ao Maçom, em particular, estreitando os laços que nos unem.
h)- Multiplicar as relações particulares entre IIr\, a fim de melhor conhecê-los e fazer-se melhor conhecer por eles. O Amor Fraterno do próximo não pode tornar-se efetivo, senão quando nos conhecemos bem. Freqüentar apenas os mesmos IIr\ conduz à formação de “clãs” prejudiciais à Ordem.
i)- O comportamento dos IIr\ na vida profana é muito importante para a reputação da Maçonaria e sua irradiação. É necessário ter sempre no espírito estas palavras do nosso Ir\ F. Lessing: “Deve-se reconhecer o Maçom pelos seus atos”.
Atenção, tolerância (sem covardia), generosidade, são as condições a preencher para realizar o Amor Fraterno dos Humanos. Não há melhor propaganda para a Ordem senão as relações cordiais e o exemplo dado pelos IIr\.
"O dever do maçom é comportar-se como tal,
praticando a verdadeira maçonaria"
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
As Samaritanas
O fato de ser esposa de Maçom não quer necessariamente, dizer que seja Samaritana. Muitas são totalmente indiferentes às atividades maçônicas do marido, não os acompanham, nem colaboram com as obras em realização.
Para os constantes convites, respondem que não têm tempo, que não têm jeito para isso ou outra desculpa qualquer. Algumas chegam a dizer que aquilo é trabalho para aquelas que não têm o que fazer em casa. Essas realmente não são Samaritanas, embora sejam esposas de Maçons. As Samaritanas gostam de viver a vida do seu consorte. Gostam de participar de suas atividades da forma mais intensa possível e sabendo principalmente, da importância dos trabalhos maçônicos, realizado no amparo aos menos afortunados na vida, elas se dedicam ainda mais. Dizem alguns, que só temos estímulo e disposição para abraçar uma idéia, quando a conhecemos profundamente.
No caso do trabalho desenvolvido pelas Samaritanas, podemos dizer que eles são realizados com amparo no amor e confiança que depositam em seus maridos, já que muitas esposas nem conhecem o significado da palavra Maçonaria.
A Maçonaria é um veículo para que o homem possa evoluir e aproximar-se do seu criador que é Deus. Nessa evolução, entretanto, inclui obrigatoriamente a mulher, posto que a evolução não é privilégio dos homens, porque se assim fosse a Maçonaria ficaria estagnada, totalmente estéril, sem a parte geradora, responsável pela perpetuação da espécie, embora seja o homem considerado o símbolo da raça. Por este motivo mesmo lenta, levará a mulher a participar de todos os trabalhos maçônicos dentro ou fora dos Templos.
Não é somente aguçar a nossa curiosidade no aprendizado da literatura maçônica ou nos trabalhos dentro do Templo. É nos dedicarmos praticando Maçonaria, na luta firme e constante pelo aperfeiçoamento moral e material daqueles que nos rodeiam, mostrando que a coletividade a que pertencemos só é melhor porque nós, as esposas dos Maçons estamos presentes. Maçonaria é uma instituição essencialmente iniciática, filosófica, educativa, filantrópica e progressista. Proclama a prevalência do espírito sobre a matéria. Pugna pelo aperfeiçoamento moral, intelectual e social da humanidade, por meio do cumprimento inflexível do dever, da prática desinteressada da beneficência, da investigação constante da verdade. Seus fins supremos são a Liberdade, Igualdade e Fraternidade. Esta definição é o primeiro dos onze itens da Declaração de Princípio da Maçonaria Universal e todas as esposas de Maçons deveriam conhecer muito bem.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Maçonaria: necessidade ou farsa?
Às perguntas “por que você ingressou na maçonaria?” e “por que você permanece nela?” haverá provavelmente tantas respostas − coincidentes ou não − quantos indivíduos forem questionados. A segunda indagação é mais sensível, pois pressupõe algum conhecimento interno da Ordem, enquanto que a primeira normalmente é baseada em informações externas. Poupo-me de dar exemplos de respostas que já ouvi ao longo destas três décadas, durante as quais me dediquei à maçonaria e busquei compreendê-la. Posso afirmar, apenas, que desde o primeiro dia, mercê de minha fascinação por leitura, interessei-me por sua doutrina e sua história. Ainda hoje continuo interessado e, na prática, vejo que há muitos caminhos e descaminhos, visões superficiais e profundas, predominando quase sempre estereótipos com
Mas outra indagação, que me parece ser bem mais importante, poderá ser feita. Será que essa compreensão relativamente estandardizada explicaria a subsistência da maçonaria nestes quase três séculos? Explicaria por que homens tão diferentes entre si, quer no plano social, econômico, ideológico, emocional, profissional, psicológico, político, religioso e tudo o mais, se disponham a reunir-se em Lojas para formar grupos fechados, segregados periodicamente da grande sociedade? Por que esses indivíduos tão distintos entre si se submetem a ritualismos, mitos e simbologias totalmente diversos da objetividade do seu cotidiano, a ponto de serem até ridicularizados por quem estivesse de fora os observando pela primeira vez?
Extraído do site www.maconaria.net.

